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terça-feira, maio 06, 2008

Chuck Berry faz quatro shows no Brasil em junho


Chuck Berry, considerado um dos pais do rock and roll, autor de clássicos como "Johnny B. Goode" e "Roll Over Beethoven", virá ao Brasil em junho para shows em quatro cidades.
O cantor, compositor e guitarrista norte-americano, de 81 anos, tocará dia 17 de junho no Rio de Janeiro (Vivo Rio), dia 18 em São Paulo (HSBC Brasil), dia 20 em Curitiba (Teatro Guaira) e dia 21 em Porto Alegre (Pepsi on Stage).
Os shows fazem parte de uma grande turnê que inclui diversas cidades dos Estados Unidos, França e Inglaterra, além de já ter passado por Alemanha, Áustria, Espanha e Rússia neste ano. Seu filho Chuck Berry Jr. subirá aos palcos brasileiros tocando guitarra, enquanto sua filha, Ingrid Berry Clay, também estará ao seu lado, na gaita e vocal.
Chuck Berry foi um dos percursores do rock and roll, ao misturar influências dos blues e do country nos anos 1950, influenciando importantes nomes do gênero, como Elvis Presley, Beatles e Rolling Stones.

Fonte:http:// jbonline.terra.com.br

domingo, maio 04, 2008

Campinas está tomada por lojas devotadas ao rock

Pela quantidade de lojas do gênero, é possível afirmar que o rock and roll domina o Centro de Campinas. Para quem é fã, há pelo menos quatro bons lugares onde é possível garimpar raridades em CD ou LP, comprar camisetas de bandas ou até fazer uma tatuagem para homenagear os ídolos.
A mais antiga da cidade é a Hully Gully. Há 20 anos no mercado, a loja conta com uma infinidade de discos interessantes, sobretudo os lançados entre as décadas de 50 e 60. O proprietário Osny Chaos explica a preferência para o período em que se destacaram, entre outros, Elvis Presley , Rolling Stones e Beatles. "Opto por uma linha mais soft, com LPs e Cds de bandas que prezavam pelo rock and roll clássico, sem muito barulho", conta. Chaos revela que o grande segredo para manter uma loja do gênero é trabalhar com o que não tem em abundância no mercado: "É preciso atrair os clientes que estão interessados em coisas raras".
Fonte: w ww.cosmo.com.b

domingo, julho 29, 2007

Internautas do UOL elegem Elvis Presley o maior nome do rock mundial - julho de 2007

Clique na imagem para ampliar.
(São Paulo) - Internautas do UOL elegem Elvis Presley o maior nome do rock mundial Os internautas do UOL elegeram Elvis Presley o maior nome do rock mundial por meio de uma enquete realizada desde o dia 13 de julho, em comemoração ao Dia Mundial do gênero musical. Entre 13 opções, o cantor norte-americano fez jus ao título de "rei do rock", recebendo 24,77% dos votos. Em segundo lugar ficaram os Beatles, com 20,32%, e, em seguida, o Led Zeppelin, que alcançou 11,78% do total de votos. O quarto lugar ficou com o U2 (11,6%), seguido dos Rolling Stones (7,29%) e do Nirvana (7,2%). Já o Pink Floyd (4,87%) atingiu a sétima posição, os Ramones, a 8ª (3,89%), e, o Oasis, a nona, com 2,56% da votação. Quem optou pela alternativa "nenhuma das opções" também ficou em nono lugar (2,56%). Os votantes no The Who corresponderam a 1,2% do total de votos. O Radiohead ficou na penúltima posição (1,18%), e o The Clash foi a "lanterninha" da enquete, com apenas 0,76% dos votos.
Fonte: Uol

sexta-feira, julho 13, 2007

Dia Mundial do Rock


Hoje, 13 de julho, comemora-se o Dia Mundial do Rock. A data foi instituída em 1985, quando foi realizado o concerto Live Aid, evento que uniu grandes nomes do rock internacional por uma causa nobre: arrecadar fundos para as vítimas da fome na Etiópia. Organizado pelo vocalista da banda Boomtown Rats, Bob Geldof, o espetáculo teve a participação de vários astros como U2, Dire Straits, Queen, David Bowie, Black Sabbath, Pretenders e Santana, entre outros.
Realizados simultaneamente em Londres e na Filadélfia, os shows foram transmitidos ao vivo por um pool de emissoras de TV por todo o mundo e atingiu um público de 2 bilhões de telespectadores em mais de 140 países.
Era, talvez, uma releitura de Woodstock, para tocar os bolsos e as mentes do rockers.

HISTÓRIA DO ROCK
O Cometa Halley já passou por aqui
Não existe ao certo uma data exata que marque o início do rock, mas a década de 50 é considerada fundamental para o surgimento do estilo. Neste período, nos Estados Unidos, artistas como Bill Halley, Chuck Berry e Little Richard, deram o pontapé inicial no gênero. Desde o princípio, o rock sofreu influências da música negra norte-americana, mais especificamente o blues e o Rhythm and Blues.
É com o surgimento de Elvis Presley, considerado o rei do rock, que o estilo finalmente se consolida como um fenômeno de popularidade. Presley fez com que o gênero se tornasse comercialmente rentável para as grandes gravadoras da época.
A partir de então, a lista de artistas e bandas começou a crescer. O estilo já ganhou diversas categorias como punk, folk, progressivo, heavy metal, hard rock, grunge, Britpop, entre outros.
Detalhe interessante: Elvis Presley nunca se apresentou no Brasil, mas Bill Halley trouxe seus cometas para Ribeirão Preto, já em final de carreira, em 1975. Foi um show histórico, no ginásio da Cava do Bosque.

quarta-feira, julho 11, 2007

Livrarias Curitiba comemora o Dia Mundial do Rock


Gosto musical não se discute e isso é uma verdade. Mas também é verdade que pelo menos um, em cada grupo de dez pessoas, prefere ouvir o bom e velho rock’n’roll mesmo sem saber exatamente o porque. E o que poucos também sabem é que 13 de julho é considerado o Dia Mundial do Rock. E não se trata de uma data qualquer. Em diversas partes do mundo, milhões de fãs do estilo aproveitam o dia para reverenciar seus ídolos.

E para comemorar a data, a Livrarias Curitiba vai realizar duas atividades gratuitas. A primeira delas é um pocket-show com Soulution Orchestra. O evento acontece amanhã (12 de julho), às 19h30, na loja do ParkShopping Barigüi.

A banda vai apresentar alguns dos ritmos que marcaram gerações em todo o planeta de nada mais, nada menos do que Elvis Presley — o Rei do Rock. O repertório vai ter músicas como Burning Love, Hound Dog, It's Now or Never, Suspicious Minds, Jailhouse Rock e muito mais.

No dia seguinte (13 de julho), é a vez do jornalista Abonico Smith — que mantém o site www.bacana.mus.br e atua no jornal O Estado do Paraná e na TV Paraná Educativa - ministrar a palestra “O Que é Rock”. O encontro acontece às 19h30, na loja do Shopping Curitiba.

Durante o bate-papo, ele vai abordar a história e a definição do gênero musical em suas seis décadas de existência, o surgimento do ritmo, conceitos, artistas, principais movimentos, para onde ele vai e como é afetado pela evolução tecnológica, convergências e divergências sexuais, geográficas e raciais.

Origem

Símbolo de rebeldia para os jovens, o rock já passou por diversas fases durante os mais de 60 anos de história. Sem ter uma data exata que marque o início desse ritmo, o som ganhou força nos Estados Unidos com alguns artistas que mais tarde se tornariam verdadeiras lendas. Entre os que deram o pontapé inicial, destaque para Bill Halley, Elvis Presley e Carl Perkins. Mais tarde The Beatles, Rolling Stones, The Kings, The Animals e The Who, entre outros, começavam a tocar o ritmo que contagiava multidões países afora.

Mas para se ter uma referência, o dia 13 de julho foi escolhido como Dia Mundial do Rock por ter sido o dia do primeiro Live Aid, quando em 1985 houve diversos shows para arrecadar fundos para ajudar as crianças da Etiópia.

Assim como os artistas, a mistura de rock com outros estilos musicais conquistava cada vez mais novos adeptos. Seja com o punk, folk progressivo, heavy metal, hard rock, grunge ou qualquer outro tipo, o som prova que consegue se renovar e parece sempre respirar quando muita gente anuncia seu fim.

Seja pelas bandas clássicas ou com grupos novos como Coldplay e The Strokes, uma coisa é fato: O rock’n’roll continua vivo. Até quando? Isso não se sabe, mas nem o rock se preocupou com isso.

30 Anos Sem Elvis

Desde janeiro, a Soulution Orchestra tem homenageado o Rei do Rock com o show “30 Anos Sem Elvis”. Foram inúmeras apresentações no palco do Crossroads, em Curitiba, com diversos sucessos em versões exclusivas.

Paralelamente aos shows, a Soulution entrou em estúdio e já gravou as músicas de maior sucesso de Elvis Presley. O CD “30 Anos Sem Elvis” será finalizado neste mês de julho e chega às lojas da Livrarias Curitiba em agosto, mês em que se lembra a morte do astro.
O show e o disco têm direção musical de Fernando Deddos, tecladista da Soulution, que foi vencedor do concurso Furnas Geração Musical de 2006 - um dos mais importantes concursos nacionais que incentiva e premia jovens músicos eruditos de 16 a 25 anos.

Pela qualidade dos integrantes, a Soulution Orchestra também venceu o prêmio Heineken Blues, fez mais de 700 apresentações em mais de cem cidades brasileiras, tem presença garantida nas principais casas de shows do país como Bourbon Street e Tom Brasil (São Paulo) e Canecão (Rio de Janeiro) e já se apresentou em programas como Domingão do Faustão e Programa do Jô (TV Globo), Amaury Júnior (Rede TV) e Momento Jazz (Canal Multishow). Em 2004 a Soulution teve seu maior momento ao abrir a turnê brasileira do rei do blues B.B. King, que passou por Curitiba.

Serviço

O que: Pocket-show com a Soulution Orchestra
Quando: dia 12 de julho (quinta-feira)
Local: Livrarias Curitiba Megastore do ParkShopping Barigüi
Horário: 19h30
Quanto: Entrada franca

O que: Palestra “O Que é Rock” com o jornalista Abonico Smith
Quando: dia 13 de julho (sexta-feira)
Local: Livrarias Curitiba Megastore do Shopping Curitiba
Horário: 19h30
Quanto: Entrada franca

Fonte:www.paranashop.com.br

domingo, julho 08, 2007

Livro traz Elvis no auge de seu sucesso


(Nova Iorque) - Lançado em junho o livro "Elvis '57: The Final Fifties Tours" do autor Alan Hanson procura registrar o cantor Elvis Presley no momento exato em que sua carreira explodia em popularidade nos Estados Unidos e no mundo. Hanson procura captar todos os detalhes das excursões realizadas por Elvis em 1957, um dos anos mais intensos em termos de fama e repercussão para o já tão famoso "Rei do Rock".
Fonte:http://br.geocities.com/elvispresleyhomepage/

sábado, julho 07, 2007

"GNT Fashion" homenageia o rock, que mudou estilos e comportamento


RIO - O "GNT fashion" também vai homenagear o Dia Internacional do Rock. O programa de quarta-feira, dia 11, mostra a nova geração de bandas que tem agitado o cenário atual. O rock é o gênero musical que mais influenciou a moda. Um dos maiores ícones dessa história é Elvis Presley, que morreu há trinta anos. E a atração faz um inventário sobre as principais marcas de estilo do rei. Mas a influência da música não aparece apenas das roupas, surge também no espírito de liberdade e transgressão da juventude roqueira. Esse foi o mote da coleção masculina primavera/verão 2007-2008 de Alexandre Herchcovitch. Ele buscou inspiração no metal norueguês e surpreendeu com modelos cabeludos, supermaquiados, e roupas com estética S&M. O programa apresenta ainda uuma entrevista com o fotógrafo Bob Gruen, que lançou livro contando os momentos que viveu ao lado de grandes estrelas do rock'n'roll, como Sex Pistols e Rolling Stones. Lennon, Tina Turner e Bob Dylan também estão entre os personagens dos relatos do fotógrafo.
Fonte:http://jbonline.terra.com.br

sexta-feira, julho 06, 2007

Dia do rock n'roll (13 de julho)


Dia do rock – A década de 50 é considerada fundamental para o estilo. Foi nos EUA que artistas como Bill Halley, Chuck Berry e Little Richard deram o pontapé inicial no gênero. Desde o começo, o rock sofreu influências da música negra norte-americana com blues e R&B.

É com o surgimento do considerado ‘rei do rock’, Elvis Presley, que o estilo finalmente se consolida como um fenômeno para as massas. O cantor fez com que o gênero se tornasse comercialmente rentável para as grandes gravadoras da época. A partir de então, a lista de artistas só cresceu. O rock é uma verdadeira religião para seus fãs e o estilo já ganhou diversas categorias como punk, funk, progressivo, heavy metal, hard rock, grunge, britpop, entre diversos outros.

No Brasil, a cantora Nora Ney, da fase áurea do rádio e conhecida como ‘rainha da fossa’, foi quem curiosamente cantou o primeiro rock em português. Mas o fenômeno mesmo só começou com os irmãos Tony e Celly Campelo. Depois, seria a vez da Jovem Guarda, de Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa, inspirados nos ‘Beatles’, os meninos de Liverpool.

Na década de 70, destacou-se Raul Seixas; nos dez anos seguintes, foi a vez do boom do rock nacional com ‘Kid Abelha e os Abóboras Selvagens’, ‘Engenheiros do Hawaii’, ‘Blitz’, ‘Barão Vermelho’, ‘Legião Urbana’, ‘Ultraje a Rigor’, ‘Capital Inicial’, ‘Titãs’ e ‘Paralamas do Sucesso’. Na música solo, destaque para Cazuza, Marina Lima, Lulu Santos, Rita Lee, Lobão, entre outros.

Efemérides de dia 5 de Julho


Elvis Presley está entre os principais acontecimentos registados no dia 05 de Julho:

1687 - Publicação da primeira edição integral dos "Princípios Matemáticos da Filosofia Natural" ("Principia"), de Isaac Newton.

1811 - Venezuela declara a independência.

1830 - Início da invasão do Norte de África pelas forças francesas, que tomam Marrocos, Tunísia e Argélia, consolidando o poder nos 17 anos seguintes.

1852 - D.Maria II sanciona o Acto Adicional à Carta Constitucional. É abolida a pena de morte para crimes políticos.

1889 - Nasce o escritor, cineasta e artista francês Jean Cocteau, autor de "A Voz Humana", "Orfeo", "Opium".

1932 - Toma posse o primeiro Governo da ditadura presidido por Oliveira Salazar, ministro das Finanças.

1945 - II Guerra Mundial. Retirada do Exército Vermelho da Checoslováquia.

1946 - Primeiro desfile do bikini, novo fato de banho feminino de duas peças, de Louis Reard, na piscina Molitor de Paris.

1948 - Lançamento do modelo inicial do Serviço Nacional de Saúde, no Reino Unido.

1954 - A estação pública britânica de televisão, BBC, transmite o primeiro noticiário.

- Elvis Presley realiza a primeira gravação comercial, "That's all right", nos estúdios Sun Records, em Memphis, EUA.

sábado, junho 02, 2007

Biografia não autorizada de Roberto Carlos e a influência de Elvis na música brasileira - 3


Se Roberto Carlos cantava sozinho imitando Elvis Presley, por que ele, Tim Maia, não poderia cantar também, imitando o seu ídolo Little Richard? Com esse propósito, Tim procurou Carlos Imperial e pediu uma oportunidade para também mostrar seus dotes de solista. Explicou-lhe

que o conjunto The Sputniks tinha acabado e que a partir de agora ele iria fazer o mesmo que Roberto Carlos, tentar a carreira solo. Num estúdio da TV Tupi, de violão em punho, ele desfilou seu repertório de Little Richard:

Tutti frutti, Long tall Sally, Rip it up e outras que faziam a cabeça do jovem Tim Maia. "Eu sempre adorei o Little Richard pela simplicidade, pela garra, a maluquice e o jeito dele cantar", justifica. Incrédulo diante do que ouvia, Carlos Imperial não teve dúvida e imediatamente também escalou Tim Maia. A partir daí, além de Roberto Carlos, o "Elvis Presley brasileiro", o público do Clube do Rock teria também Tim Maia, o "Litlle Richard brasileiro".
Nesses shows, além de Roberto Carlos, o "Elvis Presley brasileiro", e de Tim Maia, o "Little Richard brasileiro", Carlos Imperial lançou uma nova atração: Wilson Simonal, apresentado por ele como o "Harry Belafonte brasileiro". E logo, logo, Carlos Imperial também teria nas mãos mais um jovem suburbano de talento: Erasmo Esteves, que ficaria mais conhecido pelo nome artístico de Erasmo Carlos.

Ao contrário de Elvis Presley, que não fazia shows fora do território americano (sua única apresentação no exterior foi no Canadá), Bill Haley costumava sair em turnês pela Europa e América Latina. E em abril de

1958 veio se apresentar no Brasil, com espetáculos marcados para São Paulo e Rio de Janeiro. Carlos Imperial foi contratado para organizar o pré-show do astro americano no Maracanãzinho. Grande parte da sua turma de cantores e dançarinos do Clube do Rock teria uma chance de se apresentar. Entre eles estava o "Elvis Presley brasileiro"
, Roberto Carlos se preparou com muita antecedência para esse show. Ele cantaria apenas uma música - e não podia errar. Roberto Carlos decidiu cantar um número novo do repertório de Elvis Presley. Não mais Tuttifrutti ou Jailhouse rock, que ele costumava apresentar na televisão, mas uma música nova cantada por Elvis Presley: Hound dog.
O problema é que ele não tinha a letra daquela música para ensaiar corretamente o número.

Foi quando Arlênio Lívio - seu ex-compa-nheiro de Sputniks - disse que conhecia a pessoa certa para ele procurar: Erasmo Esteves, um cara ali da Tijuca que colecionava tudo sobre Elvis Presley: fotos, figurinhas, pósteres e todas as letras das músicas do rei do rock. Ok, era isso mesmo que Roberto Carlos precisava. E numa tarde de abril de 1958, ele foi com Arlênio Lívio, e mais um amigo comum de ambos, Edson Trindade, bater à porta da casa do tal Erasmo Esteves (que ainda não era Carlos).

"Roberto, este é o Erasmo, o cara que sabe tudo de Elvis." Foi com essas palavras que Arlênio Lívio colocou em sintonia a dupla Roberto e Erasmo. "Eu já conheço você da televisão", afirmou Erasmo, deixando Roberto feliz ao ser reconhecido como artista . E de fato, além de se esbarrarem ali pela Tijuca, Erasmo já tinha visto Roberto Carlos cantar no

Clube do Rock, quando Carlos Imperial o anunciava como "o Elvis Presley brasileiro".

Erasmo logo abriu um caderno e pegou a letra de Hound dog, mostrando a Roberto Carlos que era realmente colecionador de tudo relacionado ao rei do rock. E tinha também uma outra coisa que imediatamente chamou a atenção de Roberto Carlos: a sua maneira de andar, o jeito de corpo de Erasmo era igual ao de Elvis Presley. "Eu via todos os filmes de Elvis e prestava atenção nos mínimos detalhes", explica Erasmo. Roberto também via aqueles filmes e por isso soube identificar os movimentos à la Elvis que Erasmo fazia. "E quando a gente comentava, mais ele fazia parecido", afirma Roberto Carlos. Erasmo logo abriu um caderno e pegou a letra de Hound dog, mostrando a Roberto Carlos que era realmente colecionador de tudo relacionado ao rei do rock. E tinha também uma outra coisa que imediatamente chamou a atenção de Roberto Carlos: a sua maneira de andar, o jeito de corpo de Erasmo era igual ao de Elvis Presley. "Eu via todos os filmes de Elvis e prestava atenção nos mínimos detalhes", explica Erasmo. Roberto também via aqueles filmes e por isso soube identificar os movimentos à la Elvis que Erasmo fazia. "E quando a gente comentava, mais ele fazia parecido", afirma Roberto Carlos.

De fato, até aquele dia em que Roberto Carlos lhe foi apresentado, Erasmo ainda não sabia que rumo dar na sua vida. Era apenas um adolescente sem qualquer relação com a carreira artística. Perto dele, Roberto Carlos até poderia se considerar um veterano da música. Afinal, Roberto cantava em rádio desde criança, aparecia na televisão e agora ia cantar no pré-show de Bill Haley como o Elvis Presley brasileiro. Já Erasmo era apenas um ouvinte de rock"n"roll.

O show de Bill Haley estava marcado para as nove horas da noite no Maracanãzinho. E Roberto Carlos chegou tinindo, com o violão afinado e Hound dog na ponta da língua. Seria uma noite inesquecível, sua estreia diante de um numeroso público. Entretanto, quando ele se preparava para entrar no ginásio, foi informado de que o Juizado de Menores do Rio de Janeiro não permitiria a entrada em cena de nenhum jovem menor de 21 anos de idade. Na época, muitos pais faziam pressão para as autoridades proibirem mesmo a entrada de seus filhos em espetáculos de rock"n"roll. E Roberto Carlos, com exatos dezessete anos, não pôde entrar para cantar Hound dog no pré-show de Bill Haley

Já Arlênio Lívio resolveu insistir na carreira artística e, em maio de 1958, formou um novo quarteto vocal - para o qual convidou três outros amigos tijucanos: Edson Trindade, José Roberto, o China, e Erasmo Esteves.

No final dos anos 50, o rock"n"roll pareceu entrar em franca decadência, com alguns de seus principais astros morrendo, se afastando ou tendo a carreira seriamente abalada. O marco dessa fase foi março de 1958, quando, numa decisão surpreendente, Elvis Presley foi servir ao exército, deixando a carreira artística de lado por dois anos. Sem o seu rei, o rock ficou à deriva.
Com Elvis Presley no exército, Little Richard na igreja, Chuck Berry na prisão e Carlos Imperial no exterior, tudo parecia mais difícil para a turma de roqueiros da Tijuca. Sem o Clube do Rock, Roberto Carlos ficava sem espaço para se apresentar na televisão. No rádio ele também continuava sem muita chance, pois ainda prevalecia a preferência por cantores de vozeirão. Para onde ir então, Roberto Carlos? Na infância imitando Bob Nelson e cantando o repertório de Nelson Gonçalves, mais tarde, em Niterói, a influência de Tito Madi e Dolores Duran. Agora sua fase de "Elvis Presley brasileiro" parecia também ter chegado ao fim. (continua)

segunda-feira, maio 28, 2007

Biografia não autorizada de Roberto Carlos e a influência de Elvis na música brasileira-2


A mudança aconteceu em 1956, quando Elvis Presley estreou na gravadora RCA com o single Heartbreak hotel. Branco, bonito, hétero, jovem e, além de tudo, cantando muito bem, Elvis Presley se tornou o primeiro grande fenómeno de popularidade da história do rock. Uma jovem brasileira que assistiu a um show do cantor nos Estados Unidos disse à revista O Cruzeiro; "A gente fica fascinada, e, quando o homem acaba de cantar, necessita-se ou de um banho de chuveiro ou de um psicanalista".

Logo Elvis Presley fez também os seus primeiros filmes - Ama-me com ternura, A mulher que eu amo, O prisioneiro do rock"n"roll -, mantendo a dobradinha do rock com o cinema. Surpreso e encantado com o novo ídolo, Roberto Carlos ia frequentemente ao cinema Santa Alice, no Lins de Vasconcelos, para ver e ouvir Elvis Presley. "Eu sentia uma alegria, uma vontade de dançar e principalmente de cantar. As guitarras coloridas também me impressionavam muito", lembra Roberto Carlos, que aos poucos ia também descobrindo o novo ritmo e o novo som. O garoto que cresceu cantando boleros e sambas-canções finalmente parecia se identificar com uma música do seu tempo e da sua idade.

No Colégio Ultra, os alunos de datilografia ficavam numa grande sala com mais de trinta máquinas de escrever, enquanto um professor circulava dando orientações básicas a cada um. E lá estava Roberto Carlos treinando nas teclas - ou catando milho, como se diz. Outro que também fazia aquele curso era o jovem Otávio Terceiro, que proporcionou ao cantor a sua primeira real oportunidade de cantar na televisão e o seu primeiro cachê no Rio de Janeiro.

Foi no intervalo de uma daquelas aulas que ele viu um dos alunos tocando uma música de Elvis Presley ao violão. Lá pelas tantas, quando Otávio Terceiro disse que trabalhava na televisão, Roberto Carlos arregalou os olhos e exclamou: "O quê?! Você trabalha na televisão?! Pois eu sou cantor". "Ah! É mesmo? Que bacana. Então aparece lá na TV um dia",

E não demorou muito para Roberto Carlos aparecer por lá, com seu violão de capa de lona preta nas costas, à procura de Otávio Terceiro.

Ele o recebeu para conversar, e no momento em que tomavam um café, numa outra sala mais afastada, Chianca de Garcia escrevia os quadros para o próximo Teletur, programa de variedades, espécie de precursor do Fantástico, que ia ao ar toda segunda-feira à noite, na TV Tupi. Otávio aproveitou a oportunidade e defendeu a escalação de Roberto Carlos para aquele programa, que não costumava apresentar calouros, e sim cantores já consagrados. Chianca concordou desde que Otávio fizesse um pequeno teste com o rapaz. Roberto Carlos foi então conduzido para uma sala no fundo do escritório e ali cantou ao violão Tutti frutti, sucesso do repertório de Elvis Presley.
Roberto Carlos cantou Tutti frutti sentado em uma lambreta, num cenário que tinha como tema a juventude. "Roberto estava felicíssimo e muito à vontade no vídeo.

Arlênio Lívio lhe falou então de um grupo de amigos que frequentava o Bar Divino, na rua do Matoso, ao lado do cinema Madrid. Disse que era uma turma da pesada, que também gostava de música, de cinema, de carros. "Se você quiser eu posso apresentá-lo ao pessoal", ofereceu-se Arlênio Lívio.
Naquele momento ele precisava mesmo de uma turma, trocar experiências com outros garotos, compartilhar dessa descoberta do rock and roll.

E no dia seguinte para lá foi ele com Arlênio Lívio, que o apresentou a alguns de seus amigos, entre os quais Edson Trindade, o Edinho, José Roberto, o China, e a um gordo chamado Sebastião, que mais tarde ficaria famoso com o nome de Tim Maia
Aos poucos, Roberto Carlos foi conhecendo outros garotos que frequentavam o Bar Divino.
Logo após Roberto estava numa banda , um quarteto com Tim Maia.
"The Sputniks" se apresentavam com no máximo dois violões, um tocado pelo Tim, mais rítmico, pulsante, outro pelo Roberto mais harmónico. The Sputniks cantavam Little darling com tanta perfeição que alguns até pensavam que eles estavam fazendo mímica -prática muito comum na época.
Carlos Imperial mergulhou no universo proletário do rock"n"roll, iniciando-se na carreira artística como dançarino e apresentador de programas de televisão. O seu Clube do Rock ia ao ar às terças-feiras, às 12 e 45 da tarde, na TV Tupi. No início era apenas um quadro de quinze minutos dentro do programa Jacy Campos -que cedeu o espaço para aquela nova onda musical que estava surgindo. "E agora com vocês o tão esperado Clube do Rock: one, two, three, four, five, six, seven...". O programa começava ao som de Rock around the clock e imagens de bailarinos dançando o ritmo da moda
Ao final do programa, os Sputniks foram fazer um lanche num bar próximo da TV Tupi, menos Roberto Carlos, que ficou no corredor esperando Carlos Imperial deixar o estúdio. Quando ele saiu, Roberto pegou firme no seu braço e disse: "Carlos Imperial, eu também sou de Cachoeiro de Itapemirim e imito Elvis Presley". Um pouco surpreso, Imperial exclamou: "Ah! Você é de Cachoeiro? E imita o Elvis? Então canta aí para eu ouvir". Roberto Carlos pegou seu violão e mandou Tutti frutti. E ali, naquele momento, pela primeira vez Carlos Imperial prestou atenção em Roberto Carlos. Imperial pediu mais uma música e seu conterrâneo cantou Jailhouse rock. "Ok, você está escalado para cantar um número de Elvis no próximo programa

Na terça-feira seguinte, ao meio-dia, lá estava Roberto Carlos estreando sozinho no Clube do Rock, apresentado por um eufórico Carlos Imperial. "Este é o meu, o seu, o nosso Clube do Rock, porque eu, você, nós gostamos de Robeeerto Caaarlos, o Elviiiiis Presley brasileiro...". E Roberto Carlos entrou de violão na mão, sacudindo e cantando Jailhouse rock. "Eu sofria muito a influência dos trejeitos de Elvis quando cantava, fazia até aquele jogo de pernas", afirma Roberto Carlos, que também tentava reproduzir uma batida com certo efeito no violão, um som metálico, de guitarra mesmo -que aprendeu com seu ex-companheiro de Sputniks, Tim Maia. (continua)

Biografia não autorizada de Roberto Carlos e a influência de Elvis na música brasileira-1

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Trechos do livro "Roberto Carlos em detalhes", de Paulo Sérgio de Araújo.
LITTLE DARLING
ROBERTO CARLOS E A TURMA DO SUBÚRBIO
O uobop-bop-a-lum-uobop-bem-bum que Elvis Presley gritou lá de Memphis, em 1956, repercutiu como uma bomba nos subúrbios cariocas e quase abafou o bum bum bati cum dum prucu-rudum do samba do Rio de Janeiro. O bairro da Tijuca, na zona norte da cidade, foi o ponto de aglutinação de uma geração de garotos suburbanos e talentosos que sonhavam em ser americanos, vestir-se como americanos, cantar como americanos, viver como americanos. Seus ídolos eram os mesmos - e todos americanos: Elvis Presley, Little Richard, James Dean, Marlon Brando, Marilyn Monroe, Superman, Capitão América... E todos preferiam Coca-Cola a guaraná e só não passavam as tardes no McDonalds porque essa marca ainda não tinha chegado ao Brasil.

O pessoal se reunia então em frente ao Bar Divino, na esquina da rua do Matoso com Haddock Lobo, próximo ao Cinema Madri e ao Instituto Lafayette. Espécie de Memphis do rock nacional, aquela esquina da Tijuca atraía garotos como Tim Maia, Erasmo Carlos, Jorge Ben (que nos anos 90 mudou o nome para Jorge Benjor), Lafayette, Wilson Simonal, Ar-lênio Lívio, Luiz Ayrão, futuros Blue Caps como Renato e Paulo César Barros, futuros Fevers como Luiz Carlos e Liebert Ferreira... Raul Seixas não andava por ali porque morava na Bahia, mas logo, logo, alguém que vivia mais perto, um capixaba chamado Roberto Carlos, estaria se enturmando naquele clube da esquina carioca - ou quase americano.

O triunvirato de consumo cultural daqueles garotos era formado basicamente por discos, filmes e revistas em quadrinhos americanos. E disso o que eles reproduziam eram as canções. Não se pode dizer que faziam rock de garagem porque todos cresceram sem automóvel e entre pessoas que também não tinham. Eles faziam rock de rua e, como ficavam até tarde tocando, frequentemente provocavam a ira de alguns moradores, especialmente os da esquina da rua do Matoso com Haddock Lobo. A polícia era então chamada e prendia o violão dos roqueiros.

Erasmo e Tim Maia só vão se entender mesmo, e incrementar a turma da Tijuca, no período da adolescência, quando descobriram o rock"n"roll - manifestação da cultura pop que se projetou através do cinema.
Sim, o cinema é um dos pais do rock"n"roll, porque este não é apenas música, é também atitude, topete, calça jeans, jaqueta de couro, rebeldia...
No Brasil, o rock já era comentado antes mesmo de as pessoas ouvirem. Falava-se de um ritmo alucinante que levava muitos jovens a provocar quebra-quebra nos cinemas dos Estados Unidos. Diziam até que em algumas cidades americanas espectadores davam tiros na tela durante a exibição da tal música. "Eu me lembro que ia à praia e escutava um zum zun zum. "Vem aí um ritmo alucinante. Isso já me deixava assustado. Deus me livre! Eu não fazia a menor ideia do que fosse um ritmo alucinante", lembra Paulinho da Viola, enfatizando: "Pra mim aquilo era coisa do demónio. Eu não podia imaginar uma música que provocasse tamanha alucinação, a ponto de um cara puxar a arma e dar um tiro na tela. Porra, isso não entrava na minha cabeça. Então eu não quis nem saber e fiquei de fora".

A previsão de possível descontrole e baderna que envolvia a exibição do filme Ao balanço das horas deixava muitas autoridades de alerta, entre as quais o governador de São Paulo, Jânio Quadros. Na época, ele mandou um de seus famosos bilhetinhos, ordenando ao secretário de Segurança que "determinasse à polícia deter, sumariamente, colocando em carro de preso, os que promoverem cenas semelhantes; e, se forem menores, entregá-los ao honrado juiz". Pois o tal juiz de Menores, Aldo de Assis Dias, preferiu evitar maiores dores de cabeça e baixou logo uma portaria proibindo o filme de Bill Haley para menores de dezoito anos sob o argumento de que "o novo ritmo é excitante, frenético, alucinante e mesmo provocante, de estranha sensação e de trejeitos exageradamente imorais".

O fato é que, através do cinema, o rock "n" roll se espalhou pelo mundo, chegando até os ouvidos dos rapazes da turma da Tijuca

O rock pegou Erasmo ainda virgem musicalmente. Ao contrário de Roberto Carlos, que vinha de uma tradição romântica, fã de Tito Madi e de Dolores Duran, até então Erasmo não tinha maiores interesses musicais, a não ser pelas canções do caubói Bob Nelson no seu tempo de criança. Por isso o rock pegou mesmo Erasmo de jeito, e para sempre - o que não o tornou surdo para se encantar com a bossa nova quando essa surgiu logo depois.

Erasmo foi um daqueles de sensibilidade musical aguçada o suficiente para perceber de imediato a grandeza da arte de João Gilberto. Mas, para Erasmo, a bossa nova chegou um pouco atrasada: seu corpo e sua alma já estavam tomados pelo diabo do rock"n"roll.
E isto foi sacramentado quando repercutiu no Brasil a febre mundial pelo cantor Elvis Presley. (continua)

domingo, maio 27, 2007

Biografia proibida de Roberto Carlos conta a influência de Elvis Presley no Brasil

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Esta obra foi lançada em 2 de Dezembro de 2006. Oito dias depois, em 10 de Dezembro, Roberto Carlos aciona a justiça com dois processos, um contra a Editora e outro contra o Autor.
Em 27 de Abril de 2007, depois de audiência de conciliação na Vigésima Vara do Fórum Criminal de São Paulo, o cantor e compositor Roberto Carlos sai vitorioso nos dois processos.
A decisão final proíbe a edição e a venda do Livro em todo o Brasil.
Hoje, Roberto Carlos dará uma entrevista no Fantástico, da
Rede Globo, explicando porque retirou todos os exemplares das livrarias.
Estarei postando aqui, trechos do livro onde fala da influência de Elvis Presley na música brasileira.

segunda-feira, maio 07, 2007

O ex-primeiro-ministro Croata Ivica Raca, falecido em abril p.p.dizia que foi o primeiro jovem que vestia calças jeans e escutava Elvis Presley


Racan, que foi um ex-líder comunista, convocou em 1990 as primeiras eleições livres do país. Até se licenciar por causa da grave doença, em 11 de abril último, ele era o cabeça do Partido Social Democrata (SDP) e presidente do Conselho Nacional para o seguimento das negociações de acesso da Croácia a União Européia
O ex-primeiro ministro nasceu em 1943, em Ebersbach, na Alemanha. Ainda grávida, sua mãe foi retirada de um campo de concentração por uma mulher alemã, que a contratou como empregada, o que salvou sua vida e a de seu futuro filho, Ivica. Depois de sobreviver ao bombardeio de Dresde, depois da guerra e reunido com o pai, a família de Racan regressou a Croácia, na então Iugoslávia. Racan dizia que foi o primeiro jovem que vestia calças jeans em sua cidade, Slavonski Brod, que escutava Elvis Presley e lia William Faukner.
Aliás...lembram da roupa de Elvis acima? O jeans deixou de ser o previlégio dos vaqueiros americanos,
para ganhar as telas de Hollywood, com Elvis cantando e dançando rock 'n' roll. Não teria sido aí (década de 50),o início da geração jeans que faz moda até os dias de hoje?

terça-feira, abril 17, 2007

Graceland quer atrair fãs de Elvis 30 anos após a morte do Rei

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O Rei deixou o prédio 30 anos atrás, mas a casa em que ele morreu,
Graceland, espera lembrar a ocasião em agosto, atraindo multidões de fãs de Elvis Presley com uma campanha publicitária lançada na segunda-feira (16).

Os eventos que vão lembrar o 30º aniversário da morte da lenda do rock'n'roll já começaram com sósias de Elvis participando de concursos em 23 pontos do mundo, em lugares tão distantes quanto Austrália e Inglaterra. A final do concurso será em Memphis durante a semana Elvis, de 11 a 19 de agosto.

O Cirque du Soleil está criando uma turnê baseada em Elvis e já assinou contrato para um espetáculo Elvis permanente em Las Vegas em 2009. Enquanto isso, a American Greetings pretende ampliar sua linha de cartões e decorações de árvores de Natal baseados em Elvis.

Num esforço para incentivar o turismo na residência de Elvis, que ocupa um terreno de 5,26 hectares em Memphis, a empresa que faz o marketing do astro falecido, Elvis Presley Enterprises Inc. (EPE), lançou uma campanha publicitária nacional com o slogan "Descubra seu Elvis Interior".
Os spots veiculados na TV trazem uma mãe americana típica usando uma cópia de figurino de Elvis decorada com jóias. E anúncios impressos, em outdoors e na Internet trazem um visitante a Graceland usando o figurino típico e óculos de sol como os de Elvis.

O porta-voz da EPE, Todd Morgan, disse que a campanha mexe com o senso de conexão que as pessoas têm com Elvis, que foi citado recentemente pela revista Forbes como o segundo na lista de celebridades falecidas que mais ganham dinheiro, depois de Kurt Cobain, do Nirvana.

A Forbes estimou que Elvis, que morreu de ataque cardíaco aos 42 anos, em 16 de agosto de 1977, tenha ganho 42 milhões de dólares em 2005-2006 com contratos de marketing e divulgação de produtos.


Desde que foi aberta ao público, em 1982, Graceland virou um destino turístico que recebe cerca de 600 mil visitantes por ano.

Mas a empresa CKX, do magnata do entretenimento Robert Sillerman, comprou 85 por cento da EPE em 2005, e Sillerman declarou que quer aumentar essas cifras. O restante das ações da EPE pertence a Lisa Marie Presley, a filha de Elvis.
Por: REUTERS/O GLOBO ONLINE



Elvis- Presley: That's All Right, Mama

That's All Right, Mama
Ou a pedra fundamental do rock 'n roll. A história de That's All right Mama já virou lenda. Conta-se que no intervalo de uma de suas primeiras gravações, em 5 de julho de 1954, Elvis começou a brincar com uma antiga canção country no que foi seguido pelo pessoal da banda. Sam Philips, o produtor e dono dos estúdios Sun, perguntou o que era aquilo e pediu para eles não pararem. Surgia ali o misto de country e blues que viraria o rock'n'roll e Philips provou que estava certo quando disse que se encontrasse um branco que cantasse como negro ficaria rico.

domingo, abril 15, 2007

Aguardem notícia de novo programa de rádio só do Rei, Elvis Presley!

Para esta semana teremos um novo programa de Elvis Presley a ser
anunciado, provavelmente amanhã, na comunidade Elvis Presley
(Brazil).Fanelvis fiquem atentos! Os fãs do passado terão nova
oportunidade de lembrar Elvis quando só ouvíamos ele pelo rádio,
os novos roqueiros, uma chance para conhecer melhor o pai do rock.

sábado, abril 14, 2007

Bush, Koizumi Giddy for Graceland


Bush e o primeiro ministro do Japão visitaram Graceland. O ministro
Koizumi até soltou a voz num tímido trecho de "Love me tender" e
"An american Trilogy". O Japão tem grande fã-clube do Rei do rock.

quinta-feira, abril 05, 2007

Elvis na Mix FM 106

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Por Adam em 5-04-2007 às 8h47
Gostaria de parabenizar um locutor de hoje pelo bom gosto!Ouvindo a Mix hoje, pouco antes das 8h, ouvi "Little Less Conversation" de Elvis Presley. Não é à toa que ele é o eterno Rei do Rock´n´Roll. Elvis tem maravilhosas músicas, que jamais saem de moda e Little Less Conversation é uma delas afinal em 2002 o lançamento de seu CD ocupou o primeiro lugar em vendas num ranking mundial! Existem milhares de fãs que sentem a falta de ouvir Elvis nas rádios... e a atitude da Mix hoje, foi louvável, inovadora e corretíssima! Mais do que nunca a Mix FM 106,3 agora tem o apoio e a audiência do fã clube oficial ElvisBack! Parabéns e MUITO OBRIGADO, em nome dos fãs!

quinta-feira, março 29, 2007

Guinness Book of World Records

Elvis consta no "Guinnes Book", como o melhor artista de todos os
tempos, em todas as áreas.