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sábado, maio 03, 2008

O melhor do séc. XX - Elvis é homenageado

Rui Reininho na Casa da Música: O melhor do séc. XX
Elvis, Rolling Stones, Sex Pistols, The Doors, Cazuza, Aquaviva, The Beatles, Jimmy Hendrix, Bob Dylan, Ian Dury, Iggy Pop, David Bowie, The Clash e Lou Reed foram os autores dos «sons pop-rock mais revolucionários da história que construíram e desmontaram sucessivamente as linguagens urbanas do século XX». Assim descrevia a sinopse do espectáculo «Mayday», mas o mesmo seria dizer que Rui Reininho iria interpretar os temas que marcaram a história do Rock e da música nos últimos 50 anos.

Na ressaca das comemorações do 25 de Abril, e com o Dia do Trabalhador à porta, o vocalista dos GNR e cidadão de Cedofeita juntou-se à Companhia das Índias - João Rato (piano, guitarra), Armando Teixeira (sintetizadores e teclados), Nuno Espírito Santo (baixo) e José Vilão (bateria) - para responder ao desafio da Casa da Música e, em jeito de SOS, trouxe «Mayday» ao Festival Música e Revolução. O aroma das Maias (ramos de giestas) em palco ocupou-se da sala, previamente esgotada, e mais que recordar a revolução dos cravos lembraram-se, com a ajuda do vídeo, as muitas revoluções que marcaram o século XX em todo o mundo. Do Maio de 68 ao Woodstock, da pop art à guerra civil espanhola, «Mayday» passou em flashback alguns dos momentos mais significativos da história, sem esquecer as suas figuras. Martin Luther King, Jimmy Hendrix, Sid Vicious, Elvis Presley, Salgueiro Maia e até Pablo Picasso, representado pela expressiva obra «Guernica», foram homenageados.
Fonte: http:// diariodigital.sapo.pt

terça-feira, março 04, 2008

Elvis conquistando eleitores para campanha presidencial nos EUA


Hillary manteve no domingo o tom levemente ofensivo que sua campanha adquiriu desde que ela começou a sofrer derrotas em série para o rival Obama. Batendo na tecla de que tudo o que Obama tem a apresentar são discursos, e não ações, ela lançou mão até de uma música de Elvis Presley para conquistar os eleitores de Columbus, Ohio, onde esteve no domingo. De acordo com reportagem de um correspondente do jornal Folha de S. Paulo, Hillary subiu ao palanque ao som de A Little Less Conversation para embalar seus eleitores.

Fonte: http:// vejaonline.abril.com.br

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Elvis Presley está entre os 50 homens mais estilosos

Clique na imagem para ampliar

Quem são os 50 homens mais estilosos dos últimos 50 anos? A revista GQ resolveu listar. Entre eles, estão Marcello Mastroianni, Steve Mcqueen, David Bowie, Bob Dylan, Basquiat, George Clooney, Elvis Presley...

Fonte:w ww.bemparana.com.br

Nicolas Sarkozy parece preferir os clássicos, como Elvis Presley

França 09 JAN 08
Pouco tempo depois de ter tornado pública a relação com Carla Bruni, Nicolas Sarkozy tem um adversário inesperado numa das áreas mais sensíveis ao presidente francês: o seu filho Pierre é produtor dos rappers da periferia de Paris.

Pierre, filho do primeiro casamento de Nicolas Sarkozy é, aos 23 anos, uma espécie de agente infiltrado nos meandros dos subúrbios parisienses, juntando-se aos rappers que não se inibem de mostrar os sentimentos que nutrem pelo chefe de Estado.

A notícia é divulgada pelo The New York Times, que adianta que ‘Sarko Junior’ é conhecido no meio musical como Mosey e escreveu uma letra para o músico Poison, um dos músicos mais ferozes nas críticas políticas e sociais vindas dos guetos locais.

A situação das comunidades suburbanas, nomeadamente os guetos compostos por imigrantes em França, tem estado na ordem do dia, com pelo menos dois períodos de confrontos entre a polícia e os moradores.

Na altura, as palavras do próprio Nicolas Sarkozy quando era Ministro do Interior foram parte das causas que incendiaram, literalmente, as ruas dos subúrbios das maiores cidades francesas.

Durante a campanha, Nicolas Sarkozy chegou a convencer o filho Pierre a desfazer as tranças que usava no cabelo mas Mosey, que estudava Direito, não abandonou a sua carreira musical, e criou uma editora a que chamou Crime Chantilly, um trocadilho com Creme Chantilly que usa temas caros ao pai e aos jovens franceses.

Poison confirmou que Mosey participa nas letras do seu próximo disco, Mec de Tess, e não se mostrou preocupado com o parentesco do produtor: «Não sou um gajo do Sarkozy, estou-me bem a c***r. o gajo trouxe-me alguma música. Ele faz umas m****s porreiras. No início eu não sabia que ele era filho do Sarko», mas quando soube contactou Pierre e a situação ficou sanada.

Os dois filhos mais velhos de Nicolas Sarkozy (Pierre, de 23 anos, e Jean, de 20) cresceram em Neuilly, uma das vilas mais caras de França, em casa da mãe MarieDominique Culioli.

Nicolas Sarkozy, ainda assim, parece preferir os clássicos, como Elvis Presley, um dos predilectos de Carla Bruni, que lançou um álbum de melodias românticas em 2005.
Fonte:http:// sol.sapo.pt/

sábado, setembro 15, 2007

O que falam sobre Elvis Presley


"Eu acredito que a música pode curar. As pessoas encontram paz na música. Toda vez que eu me sinto triste, eu coloco um disco de Elvis e me sinto melhor. " - Paul McCartney

"Este é meu ídolo, Elvis Presley. Ele é o maior artista que já existiu. Acredito que é por causa de sua presença. Quando Elvis Presley entrava na sala, Elvis Presley entrava na sala. Não interessa quem estava na sala, Bogart, Marilyn Monroe." - Eddie Murphy

"Quando eu ouvi a voz de Elvis pela primeira vez eu sabia que não ia trabalhar para ninguém e ninguém seria meu chefe. Ele é o deus supremo do rock and roll hoje. Ouvir Elvis e como escapar da prisão. Eu agradeço à Deus por Elvis Presley." - Bob Dylan

"Pat Boone cantava a música negra, Elvis sentia a música negra." - Steve Braun (Ator)

"Daqui há dois mil anos ainda estarão falando sobre Elvis Presley."
- Wolfman Jack (Radialista Americano)

"Elvis foi o primeiro e o maior." - Roy Orbison
"Você toca baixo muito bem Elvis!"
- Paul McCartney para Elvis no encontro entre os Beatles e o Rei em 1965
"Elvis Presley é o grande catalizador da história do Rock!" - Phil Spector

"Elvis foi o ponto inicial, onde tudo começou para nós"
- Robert Plant, Led Zeppelin

"John Wayne e Elvis Presley são provavelmente a coisa mais próxima de realeza nativa que a América produziu neste século" - Antony Tyler

"Elvis Presley é o verdadeiro Lázaro do século XX, nem Elvis conseguiu matar Elvis"
- Albert Goldman (Professor e Escritor Americano)

"Conhecer Elvis Presley foi um dos grandes momentos da minha vida" - Paul McCartney

"Ele não foi apenas um cantor e sim um fenômeno histórico" - Roy Orbison

"Os meus cantores preferidos sempre foram Elvis Presley e Frank Sinatra" - Jim Morrison

"Elvis Presley é o Big Bang do Rock'n'Roll, o começo de tudo" - Bono, da banda U2

"Eu Acho que uma parte da América morreu com o falecimento de Elvis" - Carl Perkins

"Elvis ensinou a América branca a curtir" - James Brown

"Um Homem bom e sincero que nunca esqueceu seus amigos e fãs" - Liberace

"Só existia uma pessoa que os Beatles queriam conhecer nos EUA: Elvis!" - John Lennon

"Nada realmente me influenciou até Elvis Presley" - John Lennon

"Antes de Elvis, não havia nada." - John Lennon

"Um garoto da escola me falou que ele tinha um disco de um sujeito chamado Little Richard, que era melhor do que o Elvis. O disco era Long Tall Sally e quando eu ouvi, fiquei sem saber o que dizer. Eu não queria abandonar Elvis mas este cara era bem melhor."
- John Lennon (1970) - Fonte: Site #01 e Site #02

"Jamais falei mal de Molière, mas querer que eu aceite Elvis Presley já é demais".
Ariano Suassuna, dramaturgo
Fonte: Revista Isto É! de 28/12/2005

"Sempre achei ele meio bichinha, muita dancinha, cabelinho".
-Daniel Filho, diretor, sobre o que pensava de Elvis Presley, antes de assistir a um show do cantor.
-Fonte: Revista ISTO É Gente, Edição 365.

"Roubavam a sua dignidade e faturavam em cima. Espero que apodreçam no inferno".
Lisa Marie Presley, cantora, desabafando sobre os bajuladores de seu pai, Elvis Presley
Fonte: Revista ISTO É, Edição 1755.

"Eu agradeço à Deus por Elvis Presley. Agradeço a Deus por ter mandado Elvis para abrir a porta para que eu pudesse atravessar e caminhar pela minha estrada...." - Little Richard

"Elvis é uma criança do Sul que está ligado à Terra e é um verdadeiro pioneiro do Rock" - Little Richard

"Foi Elvis que realmente me colocou na música. Quando eu ouvi 'Heartbreak Hotel' eu pensei é isso!" - Paul McCartney

"Não há maneiras de medir o seu impacto na sociedade ou o vazio que ele deixou. Ele sempre será o Rei do Rock'n'Roll" - Pat Boone

"Houve vários Concorrentes, mas só um Rei" - Bruce Springsteen

"Elvis é o maior cantor de Blues Hoje" - Joe Cocker

"Elvis Presley era o símbolo da vitalidade, rebeldia e bom humor deste país" - Presidente Jimmy Carter

"Sem Elvis nenhum de nós teríamos feito isto" - Buddy Holly

"Elvis é o meu Homem" - Janis Joplin

"...deste disco você gostará, queira ou não. Há uma linguagem wagneriana, suas músicas favoritas estão em abundância, algumas de "Jukeboxes", outras dos melhores showrooms de Las Vegas. Há até Rock'n'Roll à moda antiga. E, mais que tudo, tem Elvis fazendo o melhor..."
- Crítico de música em relação ao disco ao vivo do show de Nova York de 1972.

"Elvis superou a sua própria lenda"
- Editorial do jornal "The New York Times" comentando o show de Elvis no Havaií em Janeiro de 1973.

Elvis balança público - "Nova Iorque pode ficar com Guy Lombardo e o Times Square. Com Elvis no Pontiac Stadium, Detroit começa uma tradição alucinante no ano novo..."
- The Detroit News - Mike Maza - Comentário sobre o show de 31 de dezembro de 75 - Show em Pontiac, perto de Detroit.

O lendário Elvis hipnotiza plateia em concerto de ano novo - "Um dos momentos mais eletrizantes foi proximo ao fim do show, quando Presley fez a plateia ficar de pé com sua versão de "America, The Beautiful". Presley recebeu aplausos por cerca de 10 minutos após o encerramento".
- Don Newman (Jornalista), falando do show de 31 de dezembro de 1975

"Ele não foi um grande artista por um ou dois anos isolados, mas sim por duas décadas quase contínuas. Incrédulos devem ouvir as evidências. A defesa encerra".
- Dave Marsh (Escritor, Jornalista e Crítico Musical)

"Elvis Presley é a maior força cultural do século 20"
- Leonard Bernstein (Compositor Clássico e Maestro)

"Ele era certamente muito talentoso. Sabia exatamente o que queria ouvir e eu o achava um cantor fantástico. Não são muitos artistas que podem fazer isso, nem mesmo hoje. Nunca conheci ninguém com uma voz como a dele. Já ouvi diversos outros artistas fantásticos, mas nunca um que pudesse pegar uma canção e interpretá-la da maneira desejada...Outros pegam uma canção e acabam soando como o original, o que não é o objetivo de um intérprete, na minha opinião. Mas Elvis podia pegar uma canção e instantaneamente torná-la sua. Era o jeito dele cantá-la, o jeito que ele a sentia. E Elvis tinha muito, muito sentimento."
- John Wilkinson (Guitarrista) tocou com Elvis de 1969 até 1977 .

"Gostei dele na hora - Esse cara tinha toneladas de carisma - tivemos uma grande simbiose desde o primeiro momento."
- Ronnie Tutt (Baterista) tocou com Elvis de 1969 até 1977
"Tocamos um blues e fiquei impressionado."
- Jerry Scheff (Baixista) tocou com Elvis de 1969 até 1977 - falando do seu primeiro encontro musical com Elvis.

"Não admiro mais ninguém senão Elvis Presley. Era o homem mais doce, humilde e simpático que se podia conhecer."
Muhammad Ali
Fonte: http:// pt.wikiquote.org

sexta-feira, junho 15, 2007

Sam Phillips, o "descobridor" do fenômeno Elvis Presley



INICIARAM UMA PETIÇÃO NOS EUA, PEDINDO PARA QUE OS CORREIOS AMERICANOS DEDIQUEM UM SELO COMEMORATIVO À SAM PHILLIPS.

SAM PHILLIPS, PAI DO ROCK'N ROLL, MUDOU O CENÁRIO DA MÚSICA MUNDIAL E DAS RÁDIOS. NASCEU EM 5 DE JANEIRO DE 1923 NO ALABAMA E AINDA MUITO JOVEM ELE SE TORNOU A PESSOA QUE FARIA A DIFERENÇA NA VIDA DE VÁRIAS PESSOAS - ATÉ OS DIAS DE HOJE - AO REDOR DO MUNDO INTEIRO.

COM A ABERTURA DA SUA "MEMPHIS RECORDING SERVICE"(MAIS TARDE CONHECIDA COMO "SUN RECORDS") EM MEMPHIS, TN - EM JANEIRO DE 1951 - SAM FOI O RESPONSÁVEL PELA DESCOBERTA DE TALENTOS SUPREMOS E PELO INÍCIO DAS CARREIRAS DE NOMES TAIS COMO ELVIS PRESLEY, JOHNNY CASH, B.B. KING, CARL PERKINS, RUFUS THOMAS, ROY ORBINSON, JERRY LEE LEWIS E MUITOS OUTROS.

PENSO QUE ESTA HOMENAGEM À SAM PHILLIPS É MAIS QUE MERECIDA - POR ISSO ESTOU DIVULGANDO E PEDINDO AOS AMIGOS QUE ASSINEM PELA INTERNET O "LIVRO"/PETIÇÃO ON LINE, ACESSANDO O LINK:

http://www.gopetition.com/petitions/sam-phillips-commemorative-us-postage-stamp.html

MUITAS COISAS REVOLUCIONÁRIAS FORAM FEITAS POR SAM PHILLIPS NO DECORRER DE SUA VIDA E QUE MUDARAM O MUNDO EM QUE NÓS VIVEMOS HOJE. SUA INFLUÊNCIA AINDA CONTINUA A INSPIRAR JOVEN E PROMISSORES TALENTOS MUSICAIS.

SAM PHILLIPS ESTEVE PRESENTE NAS HOMENAGENS À ELVIS EM 2002 PELA PASSAGEM DOS 25 ANOS DE SUA MORTE, MAS INFELIZMENTE NÓS O PERDEMOS EM 30 DE JULHO DE 2003. ELE TINHA 80 ANOS.

ERA MEMBRO DO ALABAMA MUSIC HALL OF FAME, BLUES HALL OF FAME, ROCK'N ROLL HALL OF FAME, COUNTRY MUSIC HALL OF FAME E ROCKABILLY HALL OF FAME.

PARA QUEM FOR A MEMPHIS, HÁ LIVROS DESTA PETIÇÃO PARA SEREM ASSINADOS, NAS INSTALAÇÕES DA SUN RECORDS (Q É ABERTA PARA VISITAÇÃO) E NO MUSEU EM TUPELO, AO LADO DA CASA QUE ELVIS NASCEU.
Enviado pela comunidade:ELVIS PRESLEY Fan Club Brazil
Obrigada, Jacquie!

sábado, junho 02, 2007

Biografia não autorizada de Roberto Carlos e a influência de Elvis na música brasileira - 3


Se Roberto Carlos cantava sozinho imitando Elvis Presley, por que ele, Tim Maia, não poderia cantar também, imitando o seu ídolo Little Richard? Com esse propósito, Tim procurou Carlos Imperial e pediu uma oportunidade para também mostrar seus dotes de solista. Explicou-lhe

que o conjunto The Sputniks tinha acabado e que a partir de agora ele iria fazer o mesmo que Roberto Carlos, tentar a carreira solo. Num estúdio da TV Tupi, de violão em punho, ele desfilou seu repertório de Little Richard:

Tutti frutti, Long tall Sally, Rip it up e outras que faziam a cabeça do jovem Tim Maia. "Eu sempre adorei o Little Richard pela simplicidade, pela garra, a maluquice e o jeito dele cantar", justifica. Incrédulo diante do que ouvia, Carlos Imperial não teve dúvida e imediatamente também escalou Tim Maia. A partir daí, além de Roberto Carlos, o "Elvis Presley brasileiro", o público do Clube do Rock teria também Tim Maia, o "Litlle Richard brasileiro".
Nesses shows, além de Roberto Carlos, o "Elvis Presley brasileiro", e de Tim Maia, o "Little Richard brasileiro", Carlos Imperial lançou uma nova atração: Wilson Simonal, apresentado por ele como o "Harry Belafonte brasileiro". E logo, logo, Carlos Imperial também teria nas mãos mais um jovem suburbano de talento: Erasmo Esteves, que ficaria mais conhecido pelo nome artístico de Erasmo Carlos.

Ao contrário de Elvis Presley, que não fazia shows fora do território americano (sua única apresentação no exterior foi no Canadá), Bill Haley costumava sair em turnês pela Europa e América Latina. E em abril de

1958 veio se apresentar no Brasil, com espetáculos marcados para São Paulo e Rio de Janeiro. Carlos Imperial foi contratado para organizar o pré-show do astro americano no Maracanãzinho. Grande parte da sua turma de cantores e dançarinos do Clube do Rock teria uma chance de se apresentar. Entre eles estava o "Elvis Presley brasileiro"
, Roberto Carlos se preparou com muita antecedência para esse show. Ele cantaria apenas uma música - e não podia errar. Roberto Carlos decidiu cantar um número novo do repertório de Elvis Presley. Não mais Tuttifrutti ou Jailhouse rock, que ele costumava apresentar na televisão, mas uma música nova cantada por Elvis Presley: Hound dog.
O problema é que ele não tinha a letra daquela música para ensaiar corretamente o número.

Foi quando Arlênio Lívio - seu ex-compa-nheiro de Sputniks - disse que conhecia a pessoa certa para ele procurar: Erasmo Esteves, um cara ali da Tijuca que colecionava tudo sobre Elvis Presley: fotos, figurinhas, pósteres e todas as letras das músicas do rei do rock. Ok, era isso mesmo que Roberto Carlos precisava. E numa tarde de abril de 1958, ele foi com Arlênio Lívio, e mais um amigo comum de ambos, Edson Trindade, bater à porta da casa do tal Erasmo Esteves (que ainda não era Carlos).

"Roberto, este é o Erasmo, o cara que sabe tudo de Elvis." Foi com essas palavras que Arlênio Lívio colocou em sintonia a dupla Roberto e Erasmo. "Eu já conheço você da televisão", afirmou Erasmo, deixando Roberto feliz ao ser reconhecido como artista . E de fato, além de se esbarrarem ali pela Tijuca, Erasmo já tinha visto Roberto Carlos cantar no

Clube do Rock, quando Carlos Imperial o anunciava como "o Elvis Presley brasileiro".

Erasmo logo abriu um caderno e pegou a letra de Hound dog, mostrando a Roberto Carlos que era realmente colecionador de tudo relacionado ao rei do rock. E tinha também uma outra coisa que imediatamente chamou a atenção de Roberto Carlos: a sua maneira de andar, o jeito de corpo de Erasmo era igual ao de Elvis Presley. "Eu via todos os filmes de Elvis e prestava atenção nos mínimos detalhes", explica Erasmo. Roberto também via aqueles filmes e por isso soube identificar os movimentos à la Elvis que Erasmo fazia. "E quando a gente comentava, mais ele fazia parecido", afirma Roberto Carlos. Erasmo logo abriu um caderno e pegou a letra de Hound dog, mostrando a Roberto Carlos que era realmente colecionador de tudo relacionado ao rei do rock. E tinha também uma outra coisa que imediatamente chamou a atenção de Roberto Carlos: a sua maneira de andar, o jeito de corpo de Erasmo era igual ao de Elvis Presley. "Eu via todos os filmes de Elvis e prestava atenção nos mínimos detalhes", explica Erasmo. Roberto também via aqueles filmes e por isso soube identificar os movimentos à la Elvis que Erasmo fazia. "E quando a gente comentava, mais ele fazia parecido", afirma Roberto Carlos.

De fato, até aquele dia em que Roberto Carlos lhe foi apresentado, Erasmo ainda não sabia que rumo dar na sua vida. Era apenas um adolescente sem qualquer relação com a carreira artística. Perto dele, Roberto Carlos até poderia se considerar um veterano da música. Afinal, Roberto cantava em rádio desde criança, aparecia na televisão e agora ia cantar no pré-show de Bill Haley como o Elvis Presley brasileiro. Já Erasmo era apenas um ouvinte de rock"n"roll.

O show de Bill Haley estava marcado para as nove horas da noite no Maracanãzinho. E Roberto Carlos chegou tinindo, com o violão afinado e Hound dog na ponta da língua. Seria uma noite inesquecível, sua estreia diante de um numeroso público. Entretanto, quando ele se preparava para entrar no ginásio, foi informado de que o Juizado de Menores do Rio de Janeiro não permitiria a entrada em cena de nenhum jovem menor de 21 anos de idade. Na época, muitos pais faziam pressão para as autoridades proibirem mesmo a entrada de seus filhos em espetáculos de rock"n"roll. E Roberto Carlos, com exatos dezessete anos, não pôde entrar para cantar Hound dog no pré-show de Bill Haley

Já Arlênio Lívio resolveu insistir na carreira artística e, em maio de 1958, formou um novo quarteto vocal - para o qual convidou três outros amigos tijucanos: Edson Trindade, José Roberto, o China, e Erasmo Esteves.

No final dos anos 50, o rock"n"roll pareceu entrar em franca decadência, com alguns de seus principais astros morrendo, se afastando ou tendo a carreira seriamente abalada. O marco dessa fase foi março de 1958, quando, numa decisão surpreendente, Elvis Presley foi servir ao exército, deixando a carreira artística de lado por dois anos. Sem o seu rei, o rock ficou à deriva.
Com Elvis Presley no exército, Little Richard na igreja, Chuck Berry na prisão e Carlos Imperial no exterior, tudo parecia mais difícil para a turma de roqueiros da Tijuca. Sem o Clube do Rock, Roberto Carlos ficava sem espaço para se apresentar na televisão. No rádio ele também continuava sem muita chance, pois ainda prevalecia a preferência por cantores de vozeirão. Para onde ir então, Roberto Carlos? Na infância imitando Bob Nelson e cantando o repertório de Nelson Gonçalves, mais tarde, em Niterói, a influência de Tito Madi e Dolores Duran. Agora sua fase de "Elvis Presley brasileiro" parecia também ter chegado ao fim. (continua)

segunda-feira, maio 28, 2007

Biografia não autorizada de Roberto Carlos e a influência de Elvis na música brasileira-2


A mudança aconteceu em 1956, quando Elvis Presley estreou na gravadora RCA com o single Heartbreak hotel. Branco, bonito, hétero, jovem e, além de tudo, cantando muito bem, Elvis Presley se tornou o primeiro grande fenómeno de popularidade da história do rock. Uma jovem brasileira que assistiu a um show do cantor nos Estados Unidos disse à revista O Cruzeiro; "A gente fica fascinada, e, quando o homem acaba de cantar, necessita-se ou de um banho de chuveiro ou de um psicanalista".

Logo Elvis Presley fez também os seus primeiros filmes - Ama-me com ternura, A mulher que eu amo, O prisioneiro do rock"n"roll -, mantendo a dobradinha do rock com o cinema. Surpreso e encantado com o novo ídolo, Roberto Carlos ia frequentemente ao cinema Santa Alice, no Lins de Vasconcelos, para ver e ouvir Elvis Presley. "Eu sentia uma alegria, uma vontade de dançar e principalmente de cantar. As guitarras coloridas também me impressionavam muito", lembra Roberto Carlos, que aos poucos ia também descobrindo o novo ritmo e o novo som. O garoto que cresceu cantando boleros e sambas-canções finalmente parecia se identificar com uma música do seu tempo e da sua idade.

No Colégio Ultra, os alunos de datilografia ficavam numa grande sala com mais de trinta máquinas de escrever, enquanto um professor circulava dando orientações básicas a cada um. E lá estava Roberto Carlos treinando nas teclas - ou catando milho, como se diz. Outro que também fazia aquele curso era o jovem Otávio Terceiro, que proporcionou ao cantor a sua primeira real oportunidade de cantar na televisão e o seu primeiro cachê no Rio de Janeiro.

Foi no intervalo de uma daquelas aulas que ele viu um dos alunos tocando uma música de Elvis Presley ao violão. Lá pelas tantas, quando Otávio Terceiro disse que trabalhava na televisão, Roberto Carlos arregalou os olhos e exclamou: "O quê?! Você trabalha na televisão?! Pois eu sou cantor". "Ah! É mesmo? Que bacana. Então aparece lá na TV um dia",

E não demorou muito para Roberto Carlos aparecer por lá, com seu violão de capa de lona preta nas costas, à procura de Otávio Terceiro.

Ele o recebeu para conversar, e no momento em que tomavam um café, numa outra sala mais afastada, Chianca de Garcia escrevia os quadros para o próximo Teletur, programa de variedades, espécie de precursor do Fantástico, que ia ao ar toda segunda-feira à noite, na TV Tupi. Otávio aproveitou a oportunidade e defendeu a escalação de Roberto Carlos para aquele programa, que não costumava apresentar calouros, e sim cantores já consagrados. Chianca concordou desde que Otávio fizesse um pequeno teste com o rapaz. Roberto Carlos foi então conduzido para uma sala no fundo do escritório e ali cantou ao violão Tutti frutti, sucesso do repertório de Elvis Presley.
Roberto Carlos cantou Tutti frutti sentado em uma lambreta, num cenário que tinha como tema a juventude. "Roberto estava felicíssimo e muito à vontade no vídeo.

Arlênio Lívio lhe falou então de um grupo de amigos que frequentava o Bar Divino, na rua do Matoso, ao lado do cinema Madrid. Disse que era uma turma da pesada, que também gostava de música, de cinema, de carros. "Se você quiser eu posso apresentá-lo ao pessoal", ofereceu-se Arlênio Lívio.
Naquele momento ele precisava mesmo de uma turma, trocar experiências com outros garotos, compartilhar dessa descoberta do rock and roll.

E no dia seguinte para lá foi ele com Arlênio Lívio, que o apresentou a alguns de seus amigos, entre os quais Edson Trindade, o Edinho, José Roberto, o China, e a um gordo chamado Sebastião, que mais tarde ficaria famoso com o nome de Tim Maia
Aos poucos, Roberto Carlos foi conhecendo outros garotos que frequentavam o Bar Divino.
Logo após Roberto estava numa banda , um quarteto com Tim Maia.
"The Sputniks" se apresentavam com no máximo dois violões, um tocado pelo Tim, mais rítmico, pulsante, outro pelo Roberto mais harmónico. The Sputniks cantavam Little darling com tanta perfeição que alguns até pensavam que eles estavam fazendo mímica -prática muito comum na época.
Carlos Imperial mergulhou no universo proletário do rock"n"roll, iniciando-se na carreira artística como dançarino e apresentador de programas de televisão. O seu Clube do Rock ia ao ar às terças-feiras, às 12 e 45 da tarde, na TV Tupi. No início era apenas um quadro de quinze minutos dentro do programa Jacy Campos -que cedeu o espaço para aquela nova onda musical que estava surgindo. "E agora com vocês o tão esperado Clube do Rock: one, two, three, four, five, six, seven...". O programa começava ao som de Rock around the clock e imagens de bailarinos dançando o ritmo da moda
Ao final do programa, os Sputniks foram fazer um lanche num bar próximo da TV Tupi, menos Roberto Carlos, que ficou no corredor esperando Carlos Imperial deixar o estúdio. Quando ele saiu, Roberto pegou firme no seu braço e disse: "Carlos Imperial, eu também sou de Cachoeiro de Itapemirim e imito Elvis Presley". Um pouco surpreso, Imperial exclamou: "Ah! Você é de Cachoeiro? E imita o Elvis? Então canta aí para eu ouvir". Roberto Carlos pegou seu violão e mandou Tutti frutti. E ali, naquele momento, pela primeira vez Carlos Imperial prestou atenção em Roberto Carlos. Imperial pediu mais uma música e seu conterrâneo cantou Jailhouse rock. "Ok, você está escalado para cantar um número de Elvis no próximo programa

Na terça-feira seguinte, ao meio-dia, lá estava Roberto Carlos estreando sozinho no Clube do Rock, apresentado por um eufórico Carlos Imperial. "Este é o meu, o seu, o nosso Clube do Rock, porque eu, você, nós gostamos de Robeeerto Caaarlos, o Elviiiiis Presley brasileiro...". E Roberto Carlos entrou de violão na mão, sacudindo e cantando Jailhouse rock. "Eu sofria muito a influência dos trejeitos de Elvis quando cantava, fazia até aquele jogo de pernas", afirma Roberto Carlos, que também tentava reproduzir uma batida com certo efeito no violão, um som metálico, de guitarra mesmo -que aprendeu com seu ex-companheiro de Sputniks, Tim Maia. (continua)

Biografia não autorizada de Roberto Carlos e a influência de Elvis na música brasileira-1

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Trechos do livro "Roberto Carlos em detalhes", de Paulo Sérgio de Araújo.
LITTLE DARLING
ROBERTO CARLOS E A TURMA DO SUBÚRBIO
O uobop-bop-a-lum-uobop-bem-bum que Elvis Presley gritou lá de Memphis, em 1956, repercutiu como uma bomba nos subúrbios cariocas e quase abafou o bum bum bati cum dum prucu-rudum do samba do Rio de Janeiro. O bairro da Tijuca, na zona norte da cidade, foi o ponto de aglutinação de uma geração de garotos suburbanos e talentosos que sonhavam em ser americanos, vestir-se como americanos, cantar como americanos, viver como americanos. Seus ídolos eram os mesmos - e todos americanos: Elvis Presley, Little Richard, James Dean, Marlon Brando, Marilyn Monroe, Superman, Capitão América... E todos preferiam Coca-Cola a guaraná e só não passavam as tardes no McDonalds porque essa marca ainda não tinha chegado ao Brasil.

O pessoal se reunia então em frente ao Bar Divino, na esquina da rua do Matoso com Haddock Lobo, próximo ao Cinema Madri e ao Instituto Lafayette. Espécie de Memphis do rock nacional, aquela esquina da Tijuca atraía garotos como Tim Maia, Erasmo Carlos, Jorge Ben (que nos anos 90 mudou o nome para Jorge Benjor), Lafayette, Wilson Simonal, Ar-lênio Lívio, Luiz Ayrão, futuros Blue Caps como Renato e Paulo César Barros, futuros Fevers como Luiz Carlos e Liebert Ferreira... Raul Seixas não andava por ali porque morava na Bahia, mas logo, logo, alguém que vivia mais perto, um capixaba chamado Roberto Carlos, estaria se enturmando naquele clube da esquina carioca - ou quase americano.

O triunvirato de consumo cultural daqueles garotos era formado basicamente por discos, filmes e revistas em quadrinhos americanos. E disso o que eles reproduziam eram as canções. Não se pode dizer que faziam rock de garagem porque todos cresceram sem automóvel e entre pessoas que também não tinham. Eles faziam rock de rua e, como ficavam até tarde tocando, frequentemente provocavam a ira de alguns moradores, especialmente os da esquina da rua do Matoso com Haddock Lobo. A polícia era então chamada e prendia o violão dos roqueiros.

Erasmo e Tim Maia só vão se entender mesmo, e incrementar a turma da Tijuca, no período da adolescência, quando descobriram o rock"n"roll - manifestação da cultura pop que se projetou através do cinema.
Sim, o cinema é um dos pais do rock"n"roll, porque este não é apenas música, é também atitude, topete, calça jeans, jaqueta de couro, rebeldia...
No Brasil, o rock já era comentado antes mesmo de as pessoas ouvirem. Falava-se de um ritmo alucinante que levava muitos jovens a provocar quebra-quebra nos cinemas dos Estados Unidos. Diziam até que em algumas cidades americanas espectadores davam tiros na tela durante a exibição da tal música. "Eu me lembro que ia à praia e escutava um zum zun zum. "Vem aí um ritmo alucinante. Isso já me deixava assustado. Deus me livre! Eu não fazia a menor ideia do que fosse um ritmo alucinante", lembra Paulinho da Viola, enfatizando: "Pra mim aquilo era coisa do demónio. Eu não podia imaginar uma música que provocasse tamanha alucinação, a ponto de um cara puxar a arma e dar um tiro na tela. Porra, isso não entrava na minha cabeça. Então eu não quis nem saber e fiquei de fora".

A previsão de possível descontrole e baderna que envolvia a exibição do filme Ao balanço das horas deixava muitas autoridades de alerta, entre as quais o governador de São Paulo, Jânio Quadros. Na época, ele mandou um de seus famosos bilhetinhos, ordenando ao secretário de Segurança que "determinasse à polícia deter, sumariamente, colocando em carro de preso, os que promoverem cenas semelhantes; e, se forem menores, entregá-los ao honrado juiz". Pois o tal juiz de Menores, Aldo de Assis Dias, preferiu evitar maiores dores de cabeça e baixou logo uma portaria proibindo o filme de Bill Haley para menores de dezoito anos sob o argumento de que "o novo ritmo é excitante, frenético, alucinante e mesmo provocante, de estranha sensação e de trejeitos exageradamente imorais".

O fato é que, através do cinema, o rock "n" roll se espalhou pelo mundo, chegando até os ouvidos dos rapazes da turma da Tijuca

O rock pegou Erasmo ainda virgem musicalmente. Ao contrário de Roberto Carlos, que vinha de uma tradição romântica, fã de Tito Madi e de Dolores Duran, até então Erasmo não tinha maiores interesses musicais, a não ser pelas canções do caubói Bob Nelson no seu tempo de criança. Por isso o rock pegou mesmo Erasmo de jeito, e para sempre - o que não o tornou surdo para se encantar com a bossa nova quando essa surgiu logo depois.

Erasmo foi um daqueles de sensibilidade musical aguçada o suficiente para perceber de imediato a grandeza da arte de João Gilberto. Mas, para Erasmo, a bossa nova chegou um pouco atrasada: seu corpo e sua alma já estavam tomados pelo diabo do rock"n"roll.
E isto foi sacramentado quando repercutiu no Brasil a febre mundial pelo cantor Elvis Presley. (continua)

domingo, maio 20, 2007

Canção de Elvis poderá ser tema da campanha eleitoral de Hillary Clinton

NOVA YORK, 17 MAI (ANSA) - A ex-primeira-dama e candidata à Casa Branca, Hillary Clinton, abriu uma pesquisa on-line para que seus eleitores decidam qual deverá ser o hino da sua campanha nas eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2008.
A lista é flexível, Hillary pede aos seus fãs que se pronunciem mas também dêem bons conselhos musicais, como ela mesma pediu e demonstrou, desafinando em um célebre vídeo divulgado no You Tube.
"Há meses que discutimos, brigamos a respeito da música, é uma agonia", disse Hillary, cujo marido Bill Clinton provavelmente terá voz na escolha. É fã de Elvis Presley e escolheu um trecho dos Fleetwood Mac ("Don't Stop Thinking About Tomorrow"), além de ser um apaixonado pelo pop e um ótimo saxofonista.
Fonte:www.ansa.it

quarta-feira, maio 09, 2007

Enigma durante as filmagens de G.I. Blues


Durante as filmagens de G. I. Blues existe enigmas ainda não
revelados. Houve quem tentasse decifrar, mas foi desacreditado
por pessoas que não admitem saber menos que outros
(uma lástima
que existe isso no meio "elvístico", no Brazil).
Dizem que nosso ex-presidente da República, Juscelino Kubitscheck,
esteve nos sets de gravação deste filme. Mas, ao que tudo indica,
não era Juscelino e sim uma das filhas do mandatário. Por ter
problemas de arcada dentária,herdada do pai, uma das filhas do ex-presidente,ia de jato à SP fazer um moderníssimo (para a época), tratamento dentário para ter uma perfeita arcada dentária. A mocinha queria ficar linda para conhecer Elvis Presley e foi ao encontro dele, nas gravações de G. I. Blues.

Vejam o que diz Joseph Tunzi, na entrevista publicada neste blog:
ECB:Durante as filmagems de G.I. Blues, o presidente do Brasil teria conhecido Elvis nos bastidores. Tentamos localizar informações sobre esse encontro em nossa imprensa local, mas tudo o que foi publicado é muito obscuro e sem provas documentais. Você se deparou com alguma informação ou documentação desse possível encontro?
Joseph Tunzi: Não, mas diria que pode ser verdade. O melhor a fazer seria entrar em contato com a EPE a respeito deste assunto. Eles possuem várias fotografias de Elvis nos sets de G.I. Blues com várias celebridades.

Em 1960, mais ou menos, o cantor Juca Chaves estava no auge da popularidade e lançou seu disco "Presidente Bossa-Nova", uma sátira ao governo Juscelino Kubitscheck.
Vejamos o que diz a música que se "encaixa" no que foi dito acima:

"Presidente Bossa Nova" Juca Chaves

Bossa nova mesmo é ser presidente
Desta terra descoberta por Cabral
Para tanto basta ser tão simplesmente
Simpático, risonho, original.

Depois desfrutar da maravilha
De ser o presidente do Brasil,
Voar da Velhacap pra Brasília,
Ver a alvorada e voar de volta ao Rio.

Voar, voar, voar, voar,
Voar, voar pra bem distante,
Até Versalhes onde duas mineirinhas valsinhas
Dançam como debutante, interessante!


Mandar parente a jato pro dentista,
Almoçar com tenista campeão,
Também poder ser um bom artista exclusivista
Tomando com Dilermando umas aulinhas de violão.


Isto é viver como se aprova,
É ser um presidente bossa nova.
Bossa nova, muito nova,
Nova mesmo, ultra nova!

Além disso, fonte confiável está averiguando outra notícia.
"Um jato teria pousado sigilosamente no Brasil em 1974(RJ),com
o ídolo, Elvis Presley"- ou teria sido um UFO??
Fonte: Maurício Camargo Britto

terça-feira, maio 08, 2007

Retrato do Papa Bento XVI exposto junto aos de Elvis Presley e outras celebridades

O artista plástico Roberto Camasmie tornou-se conhecido em todo o Brasil por inaugurar as novas fases de seus trabalhos com retratos de personalidades internacionais em visita ao nosso país. Este ano, o homenageado será o Papa Bento XVI, que chega a São Paulo, no mês de maio.
O retrato do Papa segue o mesmo estilo das outras obras da mostra, o patchwork, a incrível "colcha de retalhos" - trabalho artesanal com pedaços de tecidos variados - grande influência da Pop Art, de Andy Warhol, nos Anos 60.
Antes de iniciar este importante trabalho, Roberto Camasmie fez um estudo da personalidade do Papa e do Vaticano e só então se dispôs a criar a obra de 2.00m x 2.20m. Tecidos diversos e materiais nobres, com predominância de tons de vermelho bispo, ouro, prata e bordô servem de colorido cenário para receber a imagem do Papa.
A obra foi o destaque da exposição "Mitos de Pano", que foi realizada no dia 7 de maio(ontem), no espaço do artista - a Galeria Roberto Camasmie - em São Paulo e que retrata personalidades que marcaram o Século XX, como Madre Tereza de Calcutá, Elvis Presley, Marilyn Monroe, Santos Dumont, Einstein, entre outras.
a mostra, o retrato do Papa Bento XVI representa "A Esperança".
Fonte:buxixo.com.br

segunda-feira, maio 07, 2007

O ex-primeiro-ministro Croata Ivica Raca, falecido em abril p.p.dizia que foi o primeiro jovem que vestia calças jeans e escutava Elvis Presley


Racan, que foi um ex-líder comunista, convocou em 1990 as primeiras eleições livres do país. Até se licenciar por causa da grave doença, em 11 de abril último, ele era o cabeça do Partido Social Democrata (SDP) e presidente do Conselho Nacional para o seguimento das negociações de acesso da Croácia a União Européia
O ex-primeiro ministro nasceu em 1943, em Ebersbach, na Alemanha. Ainda grávida, sua mãe foi retirada de um campo de concentração por uma mulher alemã, que a contratou como empregada, o que salvou sua vida e a de seu futuro filho, Ivica. Depois de sobreviver ao bombardeio de Dresde, depois da guerra e reunido com o pai, a família de Racan regressou a Croácia, na então Iugoslávia. Racan dizia que foi o primeiro jovem que vestia calças jeans em sua cidade, Slavonski Brod, que escutava Elvis Presley e lia William Faukner.
Aliás...lembram da roupa de Elvis acima? O jeans deixou de ser o previlégio dos vaqueiros americanos,
para ganhar as telas de Hollywood, com Elvis cantando e dançando rock 'n' roll. Não teria sido aí (década de 50),o início da geração jeans que faz moda até os dias de hoje?

sexta-feira, maio 04, 2007

American Idol fatura US$ 65 milhões-Elvis ajudando crianças carentes, como sempre fez em sua vida, seguido pela filha, até os dias de hoje


American Idol fatura US$ 65 milhões em prol das crianças africanas
O evento beneficente, organizado esta semana pelo programa American Idol - Idol Gives Back para ajudar as crianças que vivem sob a pobreza extrema na África, arrecadou US$ 65 milhões.

A apresentadora do programa especial, bem ao estilo Teleton, foi Ellen DeGeneres e ela doou US$ 100 mil durante a emissão, e pediu que seus amigos fizessem a mesma coisa.
Um dos pontos altos da noite foi quando a cantora Celine Dion emocionou o público ao fazer, com a ajuda da tecnologia, um dueto ao lado do falecido cantor Elvis Presley.
O programa será exibido no Brasil (pelo canal fechado Sony) no dia 17 de maio 2007.
Fonte:o fuxico uol

quarta-feira, maio 02, 2007

Celine Dion fez história cantando com Elvis Presley em show beneficente


Celine Dion fez história na televisão americana na última quarta-feira (25) quando fez um dueto, ao vivo, com Elvis Presley.
A tecnologia permitiu que a cantora canadense cantasse com Presley no palco do Kodak Theatre, em Hollywood, durante o programa beneficente especial do Americal Idol, Idol Gives Back.
O holograma do roqueiro, morto em agosto de 1977, cantou If I Can Dream com Dion, deixando muitas pessoas surpresas na platéia, convencidas de que estavam vendo um fantasma.
Fonte:http://ofuxico.uol.com.br
VEJA O VÍDEO, ABAIXO.

terça-feira, maio 01, 2007

Céline Dion e Elvis Presley - dueto


PRÁ SEMRE, REI:
Elvis, eleito o melhor cantor meio século após o início de sua carreira, agora aparece em dueto com Céline Dion. Interessante que, na mesma lista em que Elvis lidera como a melhor das cem vozes da história, Céline Dion aparece na lista das piores vozes.
E, graças à tecnologia, podemos apreciar a melhor voz, em dueto com uma das piores (ou seria a pior??) vozes da história.
SEGURA ESSA, ELVIS!!!!!!!!!!

segunda-feira, abril 23, 2007

Céline Dion grava dueto com Elvis Presley



À semelhança do que já fez com Frank Sinatra, em "All The Way", desta vez o dueto será nada mais nada menos que com o "Rei" Elvis Presley.
Celine Dion irá gravar um dueto virtual com Elvis Presley, que será apresentado numa emissão especial de solidariedade do programa norte-americano "American Idol" (o equivalente a Ídolos exibido em Portugal), intitulada de "Idols Gives Back". A canção escolhida foi "If I Can Dream" uma música do repertório de Elvis.

Como é óbvio Elvis não vai aparecer em palco, mas também a sua imagem não aparecerá em nenhum ecrã retirada de um filme da época. Para isso foi convidado um imitador de Elvis Presley vindo de Las Vegas para gravar o dueto em estúdio. Depois disto a equipa de produção do programa vai fazer com que apareça a cara e a voz verdadeira de Elvis, recorrendo é claro, à tecnologia.

Os concorrentes do "American Idol" apareceram em palco de branco a formarem um coro de segundas vozes. Celine Dion estava vestida de preto e teve de gravar cerca de 5/6 vezes para que tudo ficasse de acordo com o pretendido. Contudo, a sua voz esteve sempre perfeita.
Esta atuação irá para o ar na próxima 4ªfeira, dia 25 de Abril, no canal de televisão norte-americano FOX.

Fontes:
CelineDion.PT
Celine Community

sábado, abril 14, 2007

Bush, Koizumi Giddy for Graceland


Bush e o primeiro ministro do Japão visitaram Graceland. O ministro
Koizumi até soltou a voz num tímido trecho de "Love me tender" e
"An american Trilogy". O Japão tem grande fã-clube do Rei do rock.

quinta-feira, abril 05, 2007

Acusado de assassinato, produtor de Elvis Presley é suspeito de ameaçar mulheres


LOS ANGELES, 4 abr (AFP) - O produtor musical Phil Spector, acusado do assassinato de uma atriz em sua casa em 2003, cujo processo está em andamento, intimidou mulheres várias vezes, denunciou a acusação nesta quarta-feira.

A promotoria pedirá ao juiz encarregado do caso que autorize o depoimento de uma mulher que teria sido ameaçada por Spector em duas ocasiões: em meados dos anos 70 e meados dos anos 80, segundo documentos judiciais apresentados nesta quarta-feira pelo promotor Alan Jackson.

Segundo os documentos, a testemunha é Devra Robitaille, que na época mantinha um relacionamento amoroso com Spector. Quando ela quis deixar a casa do produtor, depois de uma festa, ele teria apontado uma arma para sua cabeça e ameaçado disparar caso tentasse partir.

Outras quatro mulheres acusam o produtor de ameaça. Elas devem testemunhar no julgamento, que está na fase inicial da escolha dos jurados.

Spector, de 67 anos, considerado um dos gênios do rock, poderá ser condenado à prisão perpétua. Ele foi detido em 3 de fevereiro de 2003, acusado de matar a atriz de filmes B Lana Clarkson, de 40 anos, em sua casa em Alhambra, Los Angeles, pouco depois de o casal deixar um conhecido bar da região.

Os vizinhos do produtor chamaram a polícia após ouvirem tiros em "The Pyrenees Castle" (no subúrbio de Alhambra), propriedade de Spector, que reportou um suposto suicídio. Porém, depois de três meses de investigações, as autoridades o acusaram de assassinato.

Nascido em 26 de dezembro de 1940 no Bronx (Nova York), Spector integrou o grupo pop "The Teddy Bears" no fim dos anos '50, mas ficou famoso como produtor musical de Elvis Presley, dos Beatles (na canção "Let it be"), Ike e Tina Turner e The Ramones
Fonte:http://celebridades.uol.com.br

terça-feira, março 27, 2007

Elvis - O Mito

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Objetos curiosos e pessoais fazem parte da mostra que celebra o sucesso do carismático cantor
Em homenagem aos 30 anos da morte de Elvis Presley, o Shopping Taboão recebe a exposição Elvis - O Mito. Os visitantes podem conferir fotos, documentos, objetos e outras raridades que ajudam a contar sobre sua vida e trajetória.
As sextas e sábados, a partir das 19h30, o público pode conferir pocket shows com intérpretes que apresentam um repertório repleto de clássicos e respondem a perguntas sobre a carreira do cantor.

Conhecido como "O Rei do Rock", Presley é considerado um dos músicos mais populares dos Estados Unidos, além de possuir o título de celebridade que mais vendeu discos em todo o mundo.

Fonte:www.guiadasemana.com.br